Após a Marvel investir, com sucesso, num personagem ligado à cultura africana em Pantera Negra, era de se esperar que ela fizesse o mesmo, agora com o foco na cultura chinesa, na tentativa de tornar os Vingadores mais globais e com isso arrecadar mais bilheteria nos cinemas em volta do mundo. Shang-Chi, O Mestre do Kung Fu, estreou nas histórias em quadrinhos em 1973 e nunca ganhou muito destaque dentre os heróis da Marvel, até agora. 

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis conta a história de origem do personagem, filho do Mandarim: um poderoso e antigo conquistador chinês, que séculos atrás encontrou dez pulseiras místicas (uma adaptação aos dez anéis das HQs), que lhe conferiram poderes extraordinários que o ajudaram a expandir e a solidificar o seu império.

Já o protagonista tenta levar uma vida humilde e normal nos Estados Unidos, porém o seu pai o quer de volta à China para pôr em prática os seus planos, enviando os seus capangas para trazê-lo de volta. A trama começa a ganhar maiores proporções quando o Mandarim ameaça destruir um pacífico vilarejo místico para conseguir atingir os seus objetivos. Então, Shang-Chi se vê obrigado a confrontar o seu pai para proteger o vilarejo e seus habitantes, além de evitar que um grande mal seja libertado.

O filme peca por não conseguir fugir da já famosa “fórmula Marvel”, mas diverte, tem boas sequências de ação e ótimas coreografias de luta que, ora lembram os filmes do Jackie Chan, ora lembram produções chinesas como O Tigre e o Dragão. O personagem não tem o mesmo background e apelo visual do Homem de Ferro ou do Capitão América, mas possui o mérito de ampliar a diversidade dos heróis da Marvel.

Nota:  🎃🎃🎃🎃 Dei valor.

Onde assistir: Nos cinemas e em breve na Disney+

Sinopse: Shang-Chi vive na América, a fim de fugir do seu passado na China. Porém o destino o coloca em conflito com o seu pai e ele precisa lutar para evitar que um mal maior seja libertado.

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